Nova Camisa da Seleção para a Copa do Mundo 2010

A nova camisa amarela 1 da seleção brasileira tem pequenos detalhes em verde nos ombros, com cinco estrelas no fim.

No dia 25 de fevereiro de 2010 foi lançado a nova camisa da seleção brasileira. A Nike empresa que fornece os materiais esportivos da nossa seleção apresentou em Londres na Inglaterra, o modelo 2010 da camisa brasileira. Com um design simples e praticamente toda em amarelo, a camisa dos brasileiros na Copa do Mundo de 2010 possui novidades invisíveis aos olhos.

De acordo com a fabricante, a camisa é construída com 100% de materiais recicláveis: oito garrafas plásticas foram utilizadas na confecção de cada peça. Foram recolhidas garrafas em lixões, que após serem processadas e transformadas em poliéster, confeccionaram as camisetas das dez seleções patrocinadas pela Nike.

As garrafas são lavadas para remoção de impurezas e cortadas em pequenos flocos, que então são derretidos para se transformarem em fios bem finos. É a partir desses fios que se forma o poliéster que compõe o tecido.

Mais uma das novidades da camisa da seleção é que, ela não tem costura e sim cola substituindo as costuras a fio, tecnologia semelhante a usada na Fórmula 1, essa medida foi feita pra reduzir o peso, deixando-a com 160 gramas, segundo a Nike 15% menos do que a camisa utilizada na copa de 2006.

Outra novidade é seu ajuste dinâmico, que “adapta” a camisa às curvas do corpo do atleta que a veste. Além disso, o uniforme é estruturado em malha dupla. O resultado disso é mais mobilidade para o jogador, bem como 10% a mais de elasticidade se comparada com uniformes tradicionais.

Lançamento da camisa com Alexandre Pato

Outra novidade anunciada é que as camisas oficiais, que eram desenvolvidas exclusivamente para os jogadores, também passam a ser vendidas em lojas.

São necessárias até oito garrafas para produzir uma camisa e, segundo a Nike, o processo de fabricação diminui em até 30% o consumo de energia se comparado ao uso de poliéster novo.

Fonte: TechEnd Brasil, Baixaki

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Petrobras inaugura primeiro eletroposto do Brasil

Energia solar do novo posto ainda é mais cara que a gasolina

Energia solar do novo posto ainda é mais cara que a gasolina

O primeiro posto de abastecimento de carros e motos com energia elétrica proveniente da luz solar no Brasil foi aberto quarta-feira (10) na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e é um projeto pioneiro desenvolvido pela Petrobras Distribuidora (BR).

De acordo com a estatal, circulam na cidade mais da metade das 300 motos elétricas do país e cerca de 20 carros movidos a eletricidade, que poderão usar a unidade. Segundo pesquisas citadas pela empresa, o posto vai atender à demanda de veículos elétricos, com crescimento estimado de 50% ao ano.

Apesar de ser considerada uma inovação tecnológica, a energia solar do novo posto é mais cara que a gasolina ou o óleo diesel. Para rodar 60 quilômetros com gasolina, por exemplo, o motorista desembolsa cerca de R$ 15. Já para rodar o mesmo trecho com a energia solar, o custo é de R$ 30.

Além disso, a energia consumida dentro de casa é mais barata que a do eletroposto. Cada quilowatt/hora (kWh) doméstico custa R$ 0,40. Na unidade, o preço é de R$ 2,60.

A vantagem de encher o tanque com energia solar, segundo o diretor da Rede de Postos e Serviço da BB, Edimário Oliveira Machado, é a redução do impacto ambiental, causado tanto pela produção da energia não renovável, como a proveniente do petróleo, quanto pela energia produzida por termelétricas e hidrelétricas, por exemplo.

“Quem adquire um carro elétrico, ou uma moto, está mais preocupado com a questão ambiental do que com a questão do combustível. Aqui, será usada a energia captada do sol, de resíduo zero, impacto ambiental zero, mas que neste momento vai custar mais caro”, afirmou Machado. “No custo desse produto, está a preservação do planeta”, reforçou. De acordo com ele, dentro de um ou três anos, à medida que o projeto for multiplicado, a energia será mais competitiva em relação à gasolina e à energia elétrica doméstica.

Machado disse ainda que a empresa avaliará a procura das redes de postos para definir a instalação de novas unidades no país. Ele informou que, no Rio, em Niterói, há concentração de veículos elétricos, o que pode demandar um eletroposto na cidade.

Texto: Isabela Vieira/Agência Brasil
Fotos: Divulgação

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