Londres inaugura hoje programa de aluguel de bicicletas públicas

Após Paris ter iniciado um sistema de aluguel de bicicletas, chegou a hora de Londres implantar o novo sistema que começou nesta sexta-feira (30/07/2010).

Vélib' - Aluguel de Bicicletas em Paris

Na capital francesa, o sistema de aluguel de bicicletas – denominado Vélib – existe desde 15 de julho de 2007 e é um sucesso. Para usar uma das mais de 10 mil bicicletas disponíveis é necessário pagar uma taxa inicial de adesão. Nada complicado, basta colocar o cartão de crédito no terminal que se encontra ao lado das bicicletas. A taxa inicial custa 1 euro por dia, 5 euros por uma semana ou 29 euros por ano. A partir deste pagamento, o custo do aluguel das bicicletas vai depender do tempo de utilização. A primeira 1/2 hora é grátis, a segunda 1 euro, a terceira meia hora custa 2 euros e a quarta 4 euros. O objetivo é incentivar a rotação das bicicletas.
Também há um depósito de garantia de 150 euros, que só é debitado se a pessoa não devolver a bike em uma das 750 estações espalhadas por Paris. O sistema em Londres é bem parecido.

Barclays Cycle Hire - O novo Sistema Ecológico de transporte em Londres

Como funciona?
A pessoa que deseja utilizar uma das 5.000 bicicletas disponíveis, apenas deverá pegar uma bicileta em um dos mais de 300 estações distribuida em toda a cidade, pagar, destravar e sair pedalando e após o uso deixar em alguma das estações. As bicicletas pesam 23 quilos e têm três marchas. Elas não vêm com travas – mas são trancadas automaticamente quando colocadas de volta nas estações encerrando o período de aluguel, para evitar que as pessoas fiquem com as bicicletas por longos períodos.

Qual é o custo?

O sistema de tarifação funciona da segunte maneira. O usuário paga uma taxa de acesso mais uma outra taxa referente ao tempo utilizado.

A taxa de acesso tem 3 opções:
24h – Com valor de £ 1.
7 dias – Com valor de £ 5 (equivale a apenas 71 pence por dia)
Anual – Com valor de £ 45 (equivale a apenas 12 pence por dia)

Taxa referente ao tempo utilizado entre pegar e devolver a bicicleta.
Até 30 minutos GRÁTIS
Até uma hora £ 1
Até uma hora e meia £ 4
Até duas horas 6 £
Até duas horas e meia £ 10
Até quatro horas £ 15
Até seis horas £ 35
Até 24 horas (máximo) £ 50

O que você acha do sistema público de aluguel de bicicletas? Você acredita que em alguma cidade do Brasil poderia aderir a essa proposta? PARTICIPE!

Assista o vídeo (em inglês)  logo abaixo explicando o sistema Barclays Cycle Hire.

Barclays Cycle Hire - Um sistema prático e inteligente de tranporte limpo em Londres.

Fontes: Transport for London, BBC Brasil, Gazeta do Povo, BBC Brasil.

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Petrobras inaugura primeiro eletroposto do Brasil

Energia solar do novo posto ainda é mais cara que a gasolina

Energia solar do novo posto ainda é mais cara que a gasolina

O primeiro posto de abastecimento de carros e motos com energia elétrica proveniente da luz solar no Brasil foi aberto quarta-feira (10) na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, e é um projeto pioneiro desenvolvido pela Petrobras Distribuidora (BR).

De acordo com a estatal, circulam na cidade mais da metade das 300 motos elétricas do país e cerca de 20 carros movidos a eletricidade, que poderão usar a unidade. Segundo pesquisas citadas pela empresa, o posto vai atender à demanda de veículos elétricos, com crescimento estimado de 50% ao ano.

Apesar de ser considerada uma inovação tecnológica, a energia solar do novo posto é mais cara que a gasolina ou o óleo diesel. Para rodar 60 quilômetros com gasolina, por exemplo, o motorista desembolsa cerca de R$ 15. Já para rodar o mesmo trecho com a energia solar, o custo é de R$ 30.

Além disso, a energia consumida dentro de casa é mais barata que a do eletroposto. Cada quilowatt/hora (kWh) doméstico custa R$ 0,40. Na unidade, o preço é de R$ 2,60.

A vantagem de encher o tanque com energia solar, segundo o diretor da Rede de Postos e Serviço da BB, Edimário Oliveira Machado, é a redução do impacto ambiental, causado tanto pela produção da energia não renovável, como a proveniente do petróleo, quanto pela energia produzida por termelétricas e hidrelétricas, por exemplo.

“Quem adquire um carro elétrico, ou uma moto, está mais preocupado com a questão ambiental do que com a questão do combustível. Aqui, será usada a energia captada do sol, de resíduo zero, impacto ambiental zero, mas que neste momento vai custar mais caro”, afirmou Machado. “No custo desse produto, está a preservação do planeta”, reforçou. De acordo com ele, dentro de um ou três anos, à medida que o projeto for multiplicado, a energia será mais competitiva em relação à gasolina e à energia elétrica doméstica.

Machado disse ainda que a empresa avaliará a procura das redes de postos para definir a instalação de novas unidades no país. Ele informou que, no Rio, em Niterói, há concentração de veículos elétricos, o que pode demandar um eletroposto na cidade.

Texto: Isabela Vieira/Agência Brasil
Fotos: Divulgação

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