High Line Park – NY

O que fazer com uma linha férrea desativada no meio da cidade? Nova York achou uma ótima solução para isso transformando em um belo, agradável e grande parque, o High Line Park.

The High Line Park - New York

The High Line Park – New York

The High Line Park

The High Line Park abandonado em 1999

A High Line foi uma antiga linha férrea construída em 1934, já das décadas de 60 uma parte foi demolida por razão do baixo volume de trem. E em 1980 foi totalmente desativada. Desde então o destino foi o abandono e muitas tentativas de demolição.

Foi em 1999 que através de dois jovens nova-iorquinos sem experiência em urbanismo e arquitetura, mas que tiveram a iniciativa de criar o movimento “Amigos da High Line” que foi o primeiro passo para a transformação.

Hoje com 1,6km de extensão o Park conta com uma ótima estrutura, como espelhos d’água, cadeiras fixas e moveis para descanso, gramados para piquenique, espaço para realização de eventos culturais como por exemplo um festival de cinema. Existe também um grande cuidado na manutenção, com o fechamento todas as segundas e terças-feiras com o objetivo de cuidar do jardim e permitir que a grama se recupere.

O retorno para cidade foi enorme, com uma grande diminuição na violência da região, a valorização do imóveis ao redor e um novo ambiente para turismo e para os próprios moradores da cidade.

No Brasil existem projetos semelhantes para o Elevado Costa e Silva – São Paulo, no qual querem demoli-lo, mas várias propostas já foram apresentadas para revitalizar e transformá-lo em um parque elevado.

Vista aérea do projeto vencedor do Prêmio Prestes Maia Urbanismo de 2006, que transforma o Elevado Costa e Silva em um parque.

Veja algumas belas imagens do The High Line Park.

Fonte:  The High line www.thehighline.org/

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Telhado verde

Você já imaginou que um telhado pode ter muito mais utilidade do que além de cubrir nossas casas? O telhado pode até virar o local de descanço e relaxamento, isso mesmo, esse é um dos muitos objetivos e benefícios do telhado verde.

O telhado verde consiste no cultivo de vegetação sobre um solo projetado no telhado de uma edificação. Lembrando que para construir um telhado verde é necessário preparar a cobertura da casa, com uma laje resistênte e impermeabilizada,  canos perfurados para drenar a água, uma camada de brita e compostos orgânicos.

Essa tendência está em grande crescimento em todo o mundo: cidades como Nova York e Chicago, por exemplo, mais que dobraram a superfície verde dos prédios da cidade com ajuda de lei que permite abatimentos em impostos resultando em uma cobertura verde que soma 87,7 mil de metros quadrados, ou 10% da área construída da cidade de NY (dados do The New York Times em 2009).  Assim também na Alemanha os telhados verdes são parcialmente subsidiados pelo governo como uma forma de incentivo. Essa atitude está por toda Europa e chega agora ao Brasil.

Muitas pesquisas realizadas em todo mundo mostram que os benefícios gerados pelo telhado verde são enormes, mantendo as temperaturas baixas e absorvendo grande quantidade da água da chuva.

Veja alguns dos pontos positivos do telhado verde:

– é um ótimo regulador de temperatura: reduz a temperatrura no calor, criando um ambiente agradável e fresco. Nos dias frios, retém o calor;
– retém a água da chuva: porque um telhado verde absorve e evapora mais a água da chuva os tratamentos de esgotos e de águas residuais são aliviadas, ótima opção para cidades grandes e com pouca vazão para a água;
– ajuda a isolar o local de ruídos, resultando e uma ótima acústica e redução de barulhos externos
– beleza estética;
– valorização do imóvel;
– durabilidade maior em comparação ao telhado comum;
– um ambiente a mais para a casa;
– produção de alimentos, ervas e flores, gerando condições de vida para insetos e aves.

Vejam algumas belas imagens de telhado verde ao redor do mundo!

Hotel na Alemanha

Telhado verde nas Ilhas Faroe Dinamarca

Tradicional telhado verde em uma vila nas Ilhas Faroe – Dinamarca

Igreja na Islândia

Telhado verde ondulado – hotel em Stavanger, Noruega

Telhado verde plantada com espécies nativas em L’Historial de la Vendée, um novo museu no oeste da França

Jardim na cobertura de um prédio.

Prefeitura de Chicago

Ilustração do centro de São Paulo todo coberto com telhado verde.

Um jardim no terraço em Manhattan – NY

Um telhado verde e moderno ( California Academy of Sciences ). Construído para ter uma baixa manutenção muitas espécies de plantas nativas.

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Conheça 8 soluções para uma cidade mais ecológica

Large Cities Climate Leadership Group

Está acontecendo do dia 31 de maio a 30 de junho na cidade de São Paulo, o C40 (Rede C40 – Large Cities Climate Leadership Group), evento que reuni prefeitos e líderes das principais metrópoles do planeta para trocar experiências e debater ações de combate e adaptação às mudanças climáticas que podem ser adotadas pelos governos locais.

Veja uma seleção de 8 soluções usadas nestas metrópoles para soluções de problemas como o trânsito, alta emissão de carbono, geração de energia e outros.

1.Bicicletas

Tráfego de biciletas na cidade de Compenhague

A bicicleta obteve muito destaque no evento para a solução do transporte e muito sitado por Frank Jensen, prefeito de Copenhague. Ele mesmo diz ir ao trabalho todo os dias com a sua bike. Incentivo ao uso da bicicleta no dia a dia para combater as emissões dos automóveis também é realizado com sucesso em Bogotá, na Colômbia, Barcelona, na Espanha, e em Paris, na França. O aluguel de bicicletas na França opera 24 horas por dia, 7 dias por semana

2. Aluguel de carros elétricos

Site do Autolib http://www.autolib.fr

A vice-prefeita de Paris, Anne Hidalgo, anunciou para outubro de 2011 uma proposta antiga, a de alugar carros elétricos . Serão três mil automóveis que poderão ser alugados em 1.000 estações por toda a cidade. Os carros funcionam a bateria. O programa, apelidado Autolib , é semelhante ao bem sucedido programa de aluguel de bicicletas Velib lançado em 2007. E o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, assinou um acordo com montadoras para viabilizar a circulação destes carros na cidade. Eletropaulo, Britaldo Soares, para estudar a implementação de carros elétricos no município.

3. Ônibus a gás e energia eólica

Outro modelo destacado no encontro de prefeitos foi o de Los Angeles, nos EUA. Além de incentivar o uso e produção de carros elétricos, a cidade possui 2300 ônibus movidos a gás natural e tem faixas exclusivas para carros com mais de uma pessoa. A medida adotada ocasionalmente em São Paulo, deve se tornar permanente nas próximas semanas, segundo o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que ainda afirmou que estuda como tornar a ciclovia funcional também durante os dias da semana. Em Los Angeles (foto), é possível pagar cerca de 2 dólar a mais para receber energia de fonte renovável, como a eólica.

4. Pedágio urbano

O valor do pedágio é de 8 libras, caso não pague a multa é de 50 libras.

O pedágio urbano, que causa bastante polêmica, foi apontado na C40 como solução para combater o aquecimento global e as emissões de gases do efeito estufa. Londres, Estocolmo e Tóquio já aderiram. A ideia taxar a circulação de veículos em áreas da cidade. Londres (foto) introduziu em 2003 o que chama de London congestion charge (por isso a letra C escrita no chão) que cobra para que veículos entrem no centro da cidade.

5. Rodízio de carro, enegia limpas

São produzidos 20 mega watts por hora a partir da utilização dos gases de aterro sanitário Bandeirantes.

São Paulo foi escolhida para abrigar o encontro que ocorre a cada 2 anos. Os programas que a cidade de São Paulo está comprometida são o rodízio, o programa Cidade Limpa, a reciclagem de lixo e a ciclovia são apontados como iniciativas verdes da cidade, mas os aterros de São João e Bandeirantes (foto) são o principal destaque. Em locais dos aterros, a prefeitura capta o gás que sai dos resíduos (normalmente dióxido de carbono e metano, dois dos principais gases causadores do efeito estufa) e o transforma em energia. Como também evita o envio de gases para o ambiente, é possível receber créditos de carbono. O dinheiro recebido foi aplicado nas regiões próximas aos aterros.

6. Taxi elétricos

Táxis que não poluem são uma das soluções encontradas em Seul (foto) e Estocolmo. Seul, na Coreia do Sul, ainda possui o “dia sem Carro”. Quem deixa o carro em casa recebe estacionamento grátis e descontos em impostos. A medida reduziu a emissão de gases do efeito estufa em 10% em um ano.

7.Semáforo de LED

Vem de Chicago (foto) o exemplo de usar luzes LED em semáforos da cidade. A luz economizou energia em 85% ao ano. A mesma medida já é usada por Belo Horizonte e outras cidades do Brasil.

8. Metrô

O Metrô de Nova Iorque é o maior sistema de transporte público do mundo, tanto em número de estações quanto em comprimento de pista.

O ótimo sistema de transporte público de Nova York é um dos principais pilares da proteção do meio ambiente. O prefeito da cidade, Michael Bloomberg, disse que usa o metrô para se locomover. Além disso, a cidade possui diversos parques. O sistema de metrô de Nova Iorque possui 368 km de extensão, 468 estações e 1,4 bilhões de pessoas utilizam o metrô anualmente. Apenas para comparação o sistemas de metrô de São Paulo possui 70,6km de extensão, 62 estações e 845,6 milhões de pessoas utilizam o metrô anualmente.

 

Fonte: Uol

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