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Família britânica produziu apenas uma sacola de lixo em 2010

Os Strauss e seu troféu minimalista: quase nenhum lixo - foto: zerowaste.com

Os Strauss reciclam quase tudo. Compram verduras e frutas nos mercados locais para evitar embalagens, levam seus próprios recipientes quando vão ao açougue, plantam grande parte da própria comida e transformam os restos dos alimentos em adubo. Usam painéis solares e baterias recarregáveis para gerar energia. Tanto cuidado resultou em uma façanha e tanto: uma família de três pessoas produziu apenas uma sacola de lixo durante um ano.

Na Inglaterra, uma família média produz cerca de 750 kg de lixo por ano. Os Strauss, também ingleses, não produziram sequer 1 kg.  Brinquedos quebrados, lâminas de barbear, canetas e negativos fotográficos.  Era esse o conteúdo da pequena sacola de lixo.

Há dois anos o casal Richard e Rachelle Strauss e a filha Verona, de nove anos, se propuseram a reduzir drasticamente sua produção de lixo. A ideia surgiu de Rachelle, mas o marido só se interessou quando assistiu uma reportagem sobre os danos que as embalagens plásticas causam à vida marinha.

A experiência da família pode ser acompanhada pelo site My Zero Waste que se tornou referência sobre reciclagem e tem mais de 70 mil acessos por dia.

 

E você, quantas sacolas utilizou no ano de 2010?

 

Fonte: Ecocidades

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Uso de sacolas plásticas caiu 20% nos últimos três anos

Segundo o INP (Instituto Nacional do Plástico), a campanha para uso consciente de sacolas plásticas reduziu o volume de unidades usadas em 20% nos últimos três anos. Cinco capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia e Brasília) já fazem parte do programa.

“Em São Paulo, onde começamos o programa, um mês após a implantação, as redes de supermercados que aceitaram se engajar tiveram redução de 12% no consumo das sacolas. O Carrefour, por exemplo, gostou tanto da iniciativa que pediu o treinamento para todas as suas lojas na capital paulista e alcançou 40% de redução do uso das sacolinhas”, conta o diretor superintendente do INP, Paulo Dacolina.

No ano que vem, entra em vigor a lei 9.523/08 que determina que sacolas plásticas seja substituídas por outros materiais.

Essa é uma grande oportunidade de empresas investirem em ações que ajudem a diminuição do uso das sacolinhas plásticas. Como a utilização das sacolas de pano, ecobag ou sacolas ecológicas

Fonte: O empreededor

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Plásticos são maior parte do lixo no mar, diz ONU

Os animais morrem, as embarcações são danificadas e muitas cidades costeiras, que (sobre)vivem do turismo, perdem dinheiro.

Os animais morrem, as embarcações são danificadas e muitas cidades costeiras, que (sobre)vivem do turismo, perdem dinheiro.

Todos os anos o mundo produz cerca de 60 bilhões de toneladas de plástico. E grande parte dele – em forma de garrafas, sacos, embalagens de comida, copos e talheres – acaba nos oceanos. Segundo um relatório do Programa Ambiental da ONU (Unep, na sigla em inglês) publicado na primeira quinzena de junho, e que marcou o Dia Mundial dos Oceanos (9/6), em algumas regiões esses produtos correspondem a 80% do lixo encontrado no mar.

Segundo a ONU, não há um número exato da quantidade de lixo boiando nos mares, porque os dados coletados são mais precisos em algumas regiões e menos precisos em outras, mas a Unep afirma que as evidências são de que a quantidade de lixo está aumentando.

“O lixo marinho é sintomático de um problema maior: o desperdício e a persistente má administração dos recursos naturais. Os sacos plásticos, as garrafas e outros lixos se acumulando nos oceanos e mares poderiam ser reduzidos drasticamente por uma política de redução de lixo, administração e iniciativas de reciclagem”, diz Achim Steiner, sub-secretário geral da ONU e diretor-executivo da Unep. “Parte desse lixo, como os sacos plásticos finos que só podem ser usados uma vez e sufocam a vida marinha, deveriam ser rapidamente tirados de circulação”, continua.

Plástico
Os compostos tóxicos do plástico podem ser encontrados nos organismos que o consomem, diz o relatório, afirmando que o produto pode ser confundido com comida por vários animais, inclusive mamíferos marítimos, pássaros, peixes e tartarugas. As tartarugas-marinhas, em particular, podem confundir sacolas plásticas boiando com águas-vivas, um de seus alimentos favoritos.

Uma pesquisa de cinco anos com fulmaros glaciais – pássaros encontrados na região do Mar do Norte – concluiu que 95% dessas aves têm alguma porcentagem de plástico no estômago.

Segundo o relatório, além de produtos plásticos, pontas e maços vazios de cigarro e de charuto estão entre os produtos mais encontrados nos oceanos, correspondendo a 40% do lixo encontrado no Mar Mediterrâneo.

O turismo também têm impacto significativo sobre o estado dos oceanos e das costas em todo o mundo. Em algumas áreas do Mediterrâneo, mais de 75% do lixo são produzidos durante a temporada de verão, com forte presença de turistas. Atividades costeiras correspondem a 58% do lixo encontrado no Mar Báltico e quase metade do lixo encontrado no mar na região do Japão e da Coreia do Sul.

O relatório ainda conclui que a maior parte do lixo marinho vem de atividades baseadas em terra firme. Segundo o Unep, o problema do lixo marinho é particularmente grave na região dos mares do sudeste asiático – onde vivem 1,8 bilhão de pessoas, 60% delas nas áreas costeiras.
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Prejuízo
A ONU também atribui o aumento da poluição ao crescimento econômico e urbano, além das atividades marítimas. Sem contar os problemas de saúde para a vida marítima, o lixo nos mares também provoca prejuízos econômicos, afirma o documento, com barcos e equipamentos de pesca danificados e contaminação de instalações para turismo e agricultura.

O custo de limpeza das praias de Bohuslan, na costa oeste da Suécia, foi de pelo menos U$S 1,5 milhão em apenas um ano. No Peru, a cidade de Ventanillas calculou que teria de investir cerca de US$ 400 mil por ano para limpar sua costa – o dobro do orçamento para a limpeza de todas as áreas públicas. Como são cidades pequenas, com receita anual baixa e que dependem de turismo, esses gastos com limpeza tiram dinheiro de uma série de outros setores da economia local.

Fontes: Estação Online, Ambiente Brasil, Unep e Terra

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